segunda-feira, 30 de maio de 2011

Crianças que dormem menos engordam mais



Um estudo neozelandês que acompanhou 244 crianças com idades entre 3 e 5 anos descobriu que, em média, elas dormem 11 horas por noite; mas, para cada hora que elas dormem a menos, ganham 700 gramas de gordura até o sétimo aniversário.

Os pesquisadores monitoraram os padrões de sono das crianças através de dispositivos chamados acelerômetros, que medem movimento. As crianças usaram esses dispositivos durante cinco dias na idade de três, quatro e cinco anos.

Os cientistas também questionaram os pais sobre a dieta de seus filhos e a quantidade de exercício que eles praticavam, bem como educação da mãe, etnia e renda da família. Todos esses fatores foram levados em conta.

Os autores do estudo concluíram que as crianças que dormem menos são mais propensas a ficar acima do peso, mesmo após ajuste para variáveis de estilo de vida. Eles acreditam que existem dois fatores em jogo: mais tempo disponível para comer “fora do horário” e alterações nos níveis hormonais desencadeadas por não dormir o suficiente.

A Academia Americana de Medicina do Sono recomenda que crianças pré-escolares durmam entre 11 e 13 horas todas as noites, enquanto as crianças em idade escolar devem dormir 10 a 11 horas por noite.

A falta de sono afeta os níveis de dois hormônios envolvidos no controle do apetite; diminui os níveis de leptina, que daí avisa o cérebro para comer mais, e aumenta os níveis de grelina, o que causa o mesmo efeito – mais apetite.

Os pesquisadores advertem, no entanto, que ainda não se sabe ao certo se dormir mais pode reduzir a obesidade infantil.

Meu blog paga as minhas contas



É uma missão quase impossível estrear um site ou blog na internet e fazer com que ele seja um enorme sucesso. A internet é um mar de novidades e é difícil conseguir algum destaque. Contudo, aquelas pessoas que conseguem que seu público vá além de amigos e familiares fiéis podem conseguir ganhar dinheiro com as postagens online.

“Meu conselho é escolher um tópico do qual você nunca vai se cansar”, diz Stephanie Nelson, de Atlanta, EUA, criadora do CuponMom.com. O site dá dicas de como economizar usando cupons de desconto. “Nos três primeiros anos, eu não ganhei nenhum dinheiro, então eu tinha que amar o que eu estava fazendo”, diz.

Ela conta que agora recebe mais de 3,8 milhões de visitantes por mês e os lucros sustentam sua família, com quatro membros. Seu marido até se aposentou. “Eu não me canso do que faço”, disse ela.

Metade da receita do site vem do serviço AdSense, do Google, e a outra metade vem de empresas como Groupon e LivingSocial que compram espaço de anúncios diretamente com Stephanie. O AdSense cria propagandas baseadas em palavras que aparecem na página. Por exemplo, se o texto é sobre cachorros, vão aparecer anúncios sobre pet shops ou ração.

Outras empresas como BuySellAds.com ou BlogAds permitem ao dono do blog determinar o quanto querem cobrar para por o anúncio na página. Depois eles vão em busca de quem quer anunciar por uma porcentagem nas vendas, geralmente entre 14% e 30%.

A companhia Federated Media é um pouco mais seletiva. Ela negocia taxas em prol dos geradores de conteúdo que eles decidem apoiar. Em geral os preços variam de 54 mil dólares por dia em um blog popular como PerezHilton.com a 10 dólares por mês por um espaço no blog de quadrinhos The Soxaholix.

Os blogueiros Clayton Dunn, 32, and Zach Patton, 31, do The Bitten Word, tiram cerca de 350 dólares por mês por meio de anúncios do Google, que paga a cada clique em uma propaganda. Eles criaram o blog em 2008 e recebem cerca de 150 mil visitas por mês. “Isso paga as nossas compras de supermercado”, disse Dunn. A página deles trata sobre culinária e a vantagem é que algumas lojas acabam fornecendo produtos gratuitamente.

Jonathan Accarrino, fundador do MethodShop.com, aconselha o uso de palavras contextuais que criam links diretos do texto para vendedores de certos produtos. O pagamento é feito por meio de uma comissão das vendas. Vídeos também podem ajudar. “Eu faço vídeos tutoriais e disponibilizo no Blip.tv”, conta. É possível colocar anúncios nos vídeos que podem gerar de 1 a 10 dólares a cada mil pessoas que assistem, dependendo do anunciante.

O blogueiro Darren Kitchen fatura até 5 mil dólares vendendo camisetas e adesivos em seu site, Hak5.org, onde, além disso, ele dá dicas de hacking. “É incrível o número de pessoas que querem os adesivos”, diz Darren. Ele recebe 250 mil visitas por mês.
Também é possível cobrar pelo conteúdo, como faz o australiano Collis Ta’eed, de 31 anos, dono dos sites FreelanceSwitch.com e Tuts+, onde ele oferece dicas de trabalhos freelancers e tutoriais sobre tecnologia. “As pessoas estão dispostas a pagar por conteúdo se você oferece algo de valor e útil”, disse Ta’eed, que afirma receber 6,4 milhões de visitantes por mês.

Tudo começa apenas com uma boa ideia; e o que é diversão, pode ser também sustento. Boa sorte!

Vai chover! Bactérias controlam o tempo



Um surpreendente estudo descobriu que bactérias vivas que se encontram no céu podem ser o empurrãozinho necessário para causar chuva, neve e até uma tempestade de granizo.

Alexander Michaud, da Universidade Estadual de Montana, EUA, encontrou grandes quantidades de bactérias no centro de pedras de granizo gigantes.

Tradicionalmente, pensava-se que minerais ou outras partículas presentes nas nuvens eram a principal causa para as gotas d’água se juntarem até se tornarem grandes o suficiente para cair como pingos de chuva, flocos de neve ou granizo.

A nova pesquisa, porém, mostra que uma grande variedade de bactérias e até fungos e algas encontradas nas nuvens podem ser o estopim para começar uma precipitação. Este é um campo crescente de estudo, chamado de bioprecipitação.

“Os minerais eram tidos como os controladores dos fenômenos atmosféricos, mas eles não são tão ativos como as partículas biológicas”, explica Brent Christner, microbiólogo que pesquisa bioprecipitação na Universidade Estadual da Louisiana, EUA.

Para que os minerais formem núcleos de gelo, a água precisa estar muito mais fria do que a temperatura na qual normalmente é encontrada nas nuvens, explica Christner. As bactérias e outras partículas de vida que de uma forma ou de outra acabam chegando até o céu podem servir como nucleadores alternativos – ou seja, o elemento que dá o pontapé inicial para a precipitação.

Michaud coletou pedras de granizo do tamanho aproximado de uma bola de golfe (mais de 5 centímetros de diâmetro), após uma violenta tempestade atingir o estado de Montana, EUA, em junho de 2010. Ele separou os granizos em quatro camadas, que são formadas à medida que o gelo é criado e se move para cima e para baixo nas nuvens. Ele descobriu que os níveis de bactérias foram maiores no centro do granizo.

“As bactérias foram encontradas no ‘embrião’, na primeira parte que se desenvolve de uma pedra de granizo. Esse núcleo primário evidencia o que estava envolvido no início do crescimento do granizo”, afirma Michaud. “Há evidências crescentes de que estes núcleos podem ser compostos por bactérias ou outras partículas biológicas”, acrescenta.

Determinando a temperatura na qual o granizo se formou, a equipe de pesquisa descobriu que essas bactérias permitiram a formação de gelo num ambiente mais quente do que o esperado.

Anteriormente, o grupo de Christner já havia descoberto que a bactéria Psuedomonas syringae, que ataca plantas, desempenha um papel importante na formação de neve em todo o mundo, incluindo na Antártida, onde existem poucas áreas verdes. A bactéria é famosa por conseguir criar gelo em temperaturas acima do ponto de congelamento normal de água.

As P. syringae são equipadas com uma substância especial que une as moléculas d’água de tal forma que se torna mais fácil formar partículas de gelo. Quando no solo, as bactérias usam esse mecanismo para causar danos às plantas. O gelo é utilizado para quebrar as células da planta e permitir a entrada das bactérias.

“Um organismo que vive em uma planta, onde quer que esteja, sua vontade é de retornar ao chão e encontrar uma nova planta. Essa bactéria tem a capacidade de produzir precipitação, voltar para a terra e cair sobre uma planta. Aí está o ciclo”, cita Christner.

domingo, 15 de maio de 2011

Conheça a novidade que faltava no mercado: a camisinha-viagra



Dois coelhos com uma cajadada só. Os médicos especialistas da empresa britânica de biotecnologia Futura Medical conseguiram desenvolver um produto que auxilia no tratamento da disfunção erétil e ainda incentiva o sexo seguro: trata-se da “camisinha-viagra”.

O preservativo está prestes a receber a aprovação regulatória na Europa Continental e no Reino Unido. A companhia farmacêutica Reckitt Benckiser Group tem esperanças de colocá-lo à venda dentro de um ano. Até lá, a empresa espera que, depois de mais estudos clínicos, o produto também obtenha aprovação para os consumidores dos EUA.

Os médicos relatam que a teoria por trás da nova camisinha não apresenta nada de especial. Encontrar o ingrediente ativo foi fácil: os investigadores usaram um produto químico vasodilatador comumente utilizado para combater a angina – dor intensa e latejante no peito que ocorre quando o coração não recebe sangue o suficiente.

A parte mais dura foi descobrir como manter o gel com o ingrediente ativo dentro do preservativo de modo que o vasodilatador tocasse somente o pênis do usuário durante a relação sexual. No entanto, os pesquisadores conseguiram superar esse obstáculo e chegar a um produto viável.

O empresário James Barder, representante da Futura nos Estados Unidos, explica a dificuldade encontrada. “O desafio é manter o líquido vasodilatador estável dentro do preservativo, ou seja, condicionar um gel que não cause prejudício à estrutura do produto. Algumas substâncias podem degradar o látex muito rapidamente”.

Dada a popularidade da pílula do Viagra, encontrado hoje em vida nos mais diversificados estabelecimentos, a camisinha-viagra tem como objetivo conseguir igual penetração no mercado, valendo-se principalmente de sua função dupla.

O novo preservativo ainda possui um atrativo a mais para incentivar relações sexuais sem o perigo da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs): os fabricantes afirmam que o produto não escorregar do pênis durante o sexo, um problema surpreendentemente comum relatado pelos homens.

Consumo de doces não significa guerra com a balança



Se você tentava não comer chocolate e outros doces para evitar excesso de peso no corpo e na consciência, temos uma boa notícia. O consumo dessas guloseimas não está diretamente associado ao aumento de massa. Pelo contrário: um estudo de uma instituição científica em Louisiana (EUA) afirma que ingerir doces está relacionado com um baixo Índice de Massa Corporal (IMC).

Obviamente, como explica a pesquisa, essas gostosuras não são um agente para emagrecimento. Tampouco você pode se empanturrar de doces esperando não engordar, a ingestão deve ser com parcimônia. De qualquer modo, como explicam os cientistas, uma quantia moderada de chocolate não faz mal a ninguém, mesmo que a pessoa em questão tenha a tendência a engordar.

Em uma pesquisa nutricional comum nos EUA, chamada de “regressão de 24 horas”, o paciente relata tudo o que comeu no dia anterior. Embora os pesquisadores considerem a possibilidade de que as pessoas tenham omitido ou diminuído a quantidade verdadeira de cada alimento, o que se percebeu é que o doce em quantidade moderada simplesmente não engorda.

Dividiram-se dois grupos de pessoas, os que consomem doces e os que não o fazem. O IMC médio dos “doceiros” ficou em 27,7, enquanto esse número foi de 28,2 para os não-consumidores. Ou seja, uma diferença de apenas 0,5 na escala e com os que não comem doces sendo um pouco mais gordos. A pesquisa aconteceu com 15 mil adultos americanos acima de 19 anos.

A maior explosão já vista no espaço foi causada por estrela despedaçada por buraco negro



A explosão mais brilhante, duradoura e variável já vista ocorreu em 28 de março no espaço, há cerca de 3,8 bilhões de anos-luz da Terra, na constelação Draco. A radiação de alta energia continua a iluminar e desaparecer do local.

A poderosa explosão intrigou astrônomos. Como, exatamente, isso aconteceu? Segundo os cientistas, pode ter sido o grito de morte de uma estrela conforme ela foi destroçada por um buraco negro.

A explosão parece de raios gama, o tipo mais poderoso de explosão do universo, que geralmente marca a destruição de uma estrela massiva. Entretanto, as emissões desses eventos dramáticos nunca duram mais do que algumas horas.

Também, apesar dos cientistas conhecerem objetos da nossa galáxia que podem produzir explosões repetidas, elas são milhões de vezes menos potentes que essas explosões.

Os cientistas estão utilizando diversos observatórios espaciais da NASA para estudar a explosão maciça. Ela foi detectada em 28 de março, através de uma erupção de raios-X, a primeira de uma série de explosões poderosas. O nome dado a ela foi explosão de raios gama 110328A.

Após a descoberta, os cientistas identificaram a fonte exata da explosão, o centro de uma pequena galáxia na constelação de Draco.

Daí surgiu a teoria de que a explosão incomum provavelmente surgiu quando uma estrela vagou muito próxima ao buraco negro central de sua galáxia. O fato de que a explosão ocorreu no centro de uma galáxia torna mais provável que ela esteja associada a um buraco negro maciço.

Forças intensas provavelmente despedaçaram a estrela, e o gás que restou continua a fluir em direção ao buraco negro. Segundo este modelo, o buraco negro formou um jato, que é a poderosa explosão de raios-X e raios gama.

Ou seja, os cientistas acreditam que os raios-X podem ser provenientes de matéria que se move perto da velocidade da luz em um jato de partículas formados pelo gás da estrela, que é absorvido em direção ao buraco negro.

A maioria das galáxias, incluindo a nossa, contêm buracos negros centrais com milhões de vezes a massa do sol. A estrela provavelmente sucumbiu a um buraco negro, menos massivo do que o da Via Láctea. O principal buraco negro da nossa galáxia tem uma massa cerca de 4 milhões de vezes a do sol.

Os astrônomos já detectaram estrelas despedaçadas por buracos negros supermassivos antes, mas nenhuma delas tem o brilho de raios-X e a variabilidade dessa explosão, que tem queimado repetidamente.

Os astrônomos vão continuar observando a explosão, para procurar por mais detalhes e mudanças.

Agência de Segurança dos EUA junta mais informações que uma enorme biblioteca a cada seis horas



Mais uma curiosidade envolvendo a morte de Osama Bin Laden. A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), durante os dias em que só se falava na morte do terrorista, reuniu, a cada seis horas, mais informações do que todo o acervo da Biblioteca do Congresso daquele país. A NSA é o órgão responsável por reunir informações sobre “pessoas de interesse”, como Bin Laden. Ele é, por natureza, um acumulador de e-dados.

Esses dados incluem transcrições de ligações telefônicas e vídeo e áudio de vigilâncias, além de muitas fotografias. “O volume de dados que eles têm juntado é enorme”, disse o diretor de inteligência, John V. Parachini. “Uma crítica que podemos fazer ao nosso sistema é que somos obcecados por colecionar informação. Nós buscamos tudo e não poupamos tempo, nem dinheiro, para entender tudo o que temos e como podemos agir sobre isso”.

A lei americana proíbe a divulgação do orçamento do NSA, mas é possível imaginar que é bem caro e difícil analisar tanta informação. No momento eles estão focados em palavras-chave como “bomba”, e quaisquer conversas entre pessoas procuradas como era Bin Laden. Eles também devem prestar muita atenção para poder encontrar e desvendar linguagens em código. Não deve mesmo ser fácil trabalhar na NSA, pelo menos os salários devem ser bem altos.

Elefantes têm mesmo medo de ratos?



Ao assistir desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.

Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.

Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.

Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Apple sabe por onde você anda?



Muitos usuários de iPhone ficaram assustados com a notícia de que seus aparelhos guardavam informações sobre sua localização em uma pasta “secreta”. A preocupação com a privacidade incomodou alguns e deixou os mais neuróticos com os cabelos em pé. Dois jornalistas revelaram detalhes deste arquivo chamado “consolidated.db” que guardava informações que datavam de junho de 2010, data quando a Apple atualizou a seu sistema operacional, o iOS, para a versão 4.0.

A Apple não comentou sobre as alegações, mas, aparentemente a empresa não tem acesso contínuo aos dados acumulados nos aparelhos, segundo os jornalistas, um deles diz ser um ex-empregado da gigante da informática.

Os usuários se preocuparam porque tudo parecia bastante confuso. A Apple sabe ou não sabe por onde eu ando? Algumas coisas podem ser esclarecidas:

Como o iPhone acessa essas informações de localização?

Ele usa as torres de telefonia celular para triangular sua localização, mas o faz de maneira aproximada, porque não funciona como um GPS que usa satélites para definir exatamente o lugar onde uma pessoa está.

Com que frequência esta informação é salva?

Aparentemente em intervalos esporádicos, mas com freqüência, de acordo com Pete Warden e Alasdair Allan, os jornalistas que fizeram a pesquisa e publicaram a pasta secreta.

Onde a informação fica guardada?

No aparelho e no computador que foi sincronizado.

Quem tem acesso?

Na teoria, só você poderia acessar. A Apple aparentemente não tem acesso a essa informação, pelo menos não em tempo real, de acordo com os jornalistas. Então, é bem provável que a empresa não saiba onde você está neste exato momento. Outras empresas de telefonia móvel também gravam esse tipo de informação, mas, para ter acesso a elas, “é preciso uma autorização judicial, enquanto para outras pessoas que tiverem acesso ao seu aparelho celular ou ao seu computador, elas estarão visíveis”, disseram Warden e Allan. O arquivo não é codificado, então, qualquer um poderia saber por onde você esteve, desde um namorado ciumento até um investigador particular.

Alguém poderia roubar estas informações?

É possível que alguém que consiga acessar a pasta saiba quais foram seus passos desde junho do ano passado, mas para isso, eles teriam que por as mãos no seu celular ou computador para chegar até a pasta “consolidated.db”.

A Bolha da Supernova de Tycho



Mas o quê é isso? Uma bolha de sabão cheia de fumaça? Nada disso, são os resquícios da supernova de Tycho, resultado de uma explosão estelar registrada há 400 anos pelo astrônomo Tycho Brahe. A nuvem de gás em expansão é extremamente quente, enquanto diferentes velocidades de expansão deram a ela esta aparência “fofa”. Apesar da estrela que deu origem à supernova já ter se extinguido, outra chamada Tycho G, muito clarinha para ser vista nesta foto, está sendo estudada.

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