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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

iPad mini: saiba tudo o que interessa


O novo iPad mini é fino, leve, feito de alumínio anodizado e vidro. Ele segue o padrão reduzido dos concorrentes da Samsung, Google e Amazon (os dois últimos vendem apenas nos EUA).
A tela tem 7,9 polegadas e uma espessura de apenas 7,2 milímetros. Com apenas 308 gramas tem o peso de um caderno leve de folhas A4.
O iPad mini vem nos modelos com a mesma capacidade de armazenamento já conhecida: 16, 32 ou 64Gb. Ele é basicamente um iPad 2 com tela menor já que utiliza o mesmo processador A5 e mesma resolução de tela.
A tela tem resolução de 1024×769 pixeis e possui modelo apenas com Wi-Fi ou com conexão 3G/4G/LTE. A bateria, segundo a Apple, dura 10 horas para navegar na internet, assistir vídeos ou ouvir música.
Ele possui duas câmeras: uma para fotos e outra para Facetime. A câmera frontal tem 1,2 megapixeis e a traseira 5 megapixeis.
O preço nos EUA para o modelo básico — 16Gb sem Wi-Fi — é de U$ 329 e por U$ 460 para o modelo com mesma memória mas incluindo conectividade 3G/4G/LTE.
Ainda não temos idéia do preço que iPad mini custará no Brasil.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Apple sabe por onde você anda?



Muitos usuários de iPhone ficaram assustados com a notícia de que seus aparelhos guardavam informações sobre sua localização em uma pasta “secreta”. A preocupação com a privacidade incomodou alguns e deixou os mais neuróticos com os cabelos em pé. Dois jornalistas revelaram detalhes deste arquivo chamado “consolidated.db” que guardava informações que datavam de junho de 2010, data quando a Apple atualizou a seu sistema operacional, o iOS, para a versão 4.0.

A Apple não comentou sobre as alegações, mas, aparentemente a empresa não tem acesso contínuo aos dados acumulados nos aparelhos, segundo os jornalistas, um deles diz ser um ex-empregado da gigante da informática.

Os usuários se preocuparam porque tudo parecia bastante confuso. A Apple sabe ou não sabe por onde eu ando? Algumas coisas podem ser esclarecidas:

Como o iPhone acessa essas informações de localização?

Ele usa as torres de telefonia celular para triangular sua localização, mas o faz de maneira aproximada, porque não funciona como um GPS que usa satélites para definir exatamente o lugar onde uma pessoa está.

Com que frequência esta informação é salva?

Aparentemente em intervalos esporádicos, mas com freqüência, de acordo com Pete Warden e Alasdair Allan, os jornalistas que fizeram a pesquisa e publicaram a pasta secreta.

Onde a informação fica guardada?

No aparelho e no computador que foi sincronizado.

Quem tem acesso?

Na teoria, só você poderia acessar. A Apple aparentemente não tem acesso a essa informação, pelo menos não em tempo real, de acordo com os jornalistas. Então, é bem provável que a empresa não saiba onde você está neste exato momento. Outras empresas de telefonia móvel também gravam esse tipo de informação, mas, para ter acesso a elas, “é preciso uma autorização judicial, enquanto para outras pessoas que tiverem acesso ao seu aparelho celular ou ao seu computador, elas estarão visíveis”, disseram Warden e Allan. O arquivo não é codificado, então, qualquer um poderia saber por onde você esteve, desde um namorado ciumento até um investigador particular.

Alguém poderia roubar estas informações?

É possível que alguém que consiga acessar a pasta saiba quais foram seus passos desde junho do ano passado, mas para isso, eles teriam que por as mãos no seu celular ou computador para chegar até a pasta “consolidated.db”.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Como os GPS encontram as melhores rotas?



A era dos mapas em papel já era. Hoje em dia, a moda é usar um localizador de rotas, como um GPS ou mapas online (como o Google Maps) para decidir suas rotas.

Cada um deles pode dar resultados diferentes, diversas opções de rotas. A variação de tempo entre esses caminhos pode chegar a mais de uma hora. A explicação é que alguns são adaptados para as condições de tráfego, mas será?

Nem sempre eles mostram o melhor caminho. Mas como é que estes aparelhos e aplicativos encontram os caminhos que a gente quer? O básico é que ele primeiro supõe que você dirige legalmente, contam a distância de onde você está até onde quer ir, fazem cálculos padrão para quanto tempo alguns imprevistos podem acrescentar a essa rota, e em seguida verificam essas amostras com percursos reais.

Eles procuram o caminho mais curto entre as vias rodoviárias disponíveis, e, em seguida, se referem a um banco de dados de vias principais, e elegem o “menor melhor caminho”.

Dessa forma, as variações tendem a ser proporcionalmente maiores onde menos trechos do percurso são em estradas principais.

Também há uma questão pessoal: entre as opções que lhe estão disponíveis, você escolhe o localizador de rotas que oferece a viagem mais rápida, mais lenta, ou média? Se você acha que é possível que algum deles saiba um caminho melhor, faz sentido escolher o mais rápido.

Mas como isso pode acontecer? A distância é a distância, a viagem vai levar o tempo que tiver que levar. Isto não muda só porque um localizador pensa o contrário.

Fica a questão se a esperança, comum em muitas áreas da vida, faz diferença. Em outras palavras, nós escolhemos aquilo que achamos que vai acontecer.

Existem pessoas que se gabam, dizendo que fizeram uma viagem mais rápida do que realmente foi (viu como sou bom?), ou mais lenta do que realmente foi (olha o trabalho que tive para chegar aqui). Infelizmente, medida é outra coisa. A medição, como todos nós sabemos, depende também de quem está medindo.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

iPhones poderão filmar em 360 graus



O Projeto “amador” GoPano Micro, que permite que você faça vídeos panorâmicos usando um iPhone 4.

Você controla o vídeo normalmente, apontando a câmera para onde quer, mas as outras perspectivas também são capturadas.

O projeto faz parte do Kickstarter, uma plataforma que reúne vários artistas e inventores que precisam de patrocínio. Eles fazem propaganda de suas criações e, quem quer investir nelas, pode fazer suas doações.

O GoPano já recebeu mais de 30 mil dólares em doações, para que consiga ser produzido e vendido. Ele ainda tem mais 38 dias para receber doações, então dá para imaginar que logo muitos vídeos do YouTube serão panorâmicos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Até 2013, China pode ultrapassar EUA em produção científica



Más notícias para o império americano: segundo um novo estudo, a China está a caminho de ultrapassar os EUA em produção científica, possivelmente em 2013 (ou seja, muito antes do esperado).

O país que inventou a bússola, a pólvora, o papel e a impressão ressurge: uma análise de pesquisas publicadas – uma das principais medidas de esforço científico – revela um crescimento surpreendente da ciência chinesa.

O estudo desafia o domínio tradicional dos Estados Unidos, Europa e Japão nessa área.

Segundo os pesquisadores, em 1996, primeiro ano da análise, os EUA publicaram 292.513 documentos, mais de 10 vezes mais do que a China, que publicou 25.474. Até 2008, o total dos EUA tinha aumentado muito ligeiramente para 316.317, enquanto o total chinês aumentou mais de 7 vezes, para 184.080. Os números são baseados em artigos publicados em revistas internacionais.

As estimativas anteriores para a taxa de expansão da ciência chinesa haviam sugerido que a China ultrapassaria os EUA somente depois de 2020. O novo estudo mostra que a China, depois de deslocar o Reino Unido como o segundo maior produtor líder mundial de pesquisa, poderia ultrapassar o império americano em tão pouco tempo quanto dois anos, se continuar nesse ritmo. As projeções variam, mas uma interpretação simples dos novos dados sugere que isso pode ocorrer já em 2013.

O potencial da China de alcançar as pesquisas americanas em termos de números absolutos, em curto e médio prazo, é claro. Ainda assim, o relatório salienta que a produção de pesquisa norte-americana não vai diminuir em termos absolutos, e levanta a possibilidade de países como Japão e França enfrentarem o desafio chinês.

Especialistas dizem não estarem surpreendidos com este aumento chinês, justamente por causa do enorme investimento que o país vem fazendo. Os gastos chineses cresceram 20% por ano desde 1999, atingindo agora mais de 165 bilhões de reais, e cerca de 1,5 milhões de estudantes em ciência e engenharia se formaram em universidades chinesas em 2006.

Mundialmente, isso é positivo, de grande benefício, embora alguns países possam ver essa ação como uma ameaça, o que serve de grito de alerta para que ninguém se torne complacente. Os pesquisadores descrevem “dramáticas” mudanças no cenário científico mundial, e advertem que isso tem implicações para a competitividade entre nações.

Segundo o relatório, as classificações científicas não são apenas de prestígio, mostram também a capacidade de um país de competir no cenário mundial. Junto com o crescimento da economia chinesa, este é mais um indicador do aumento extraordinariamente rápido da China como uma força global.

No entanto, um volume crescente de publicações científicas não significa necessariamente um aumento da qualidade das mesmas. Por exemplo, um indicador importante do valor de qualquer pesquisa é o número de vezes que ela é citada por outros cientistas em seu trabalho.

Apesar da China ter subido no ranking de “citações”, seu desempenho nesta medida está aquém dos seus investimentos e taxas de publicação. Os países emergentes precisarão de mais tempo para desafiar esse tipo ranking da comunidade científica internacional. Os trabalhos científicos do Reino Unido continuam a ser os segundos mais citados em todo o mundo, após os EUA.

Sim, a qualidade de ciência da China ainda não está à altura de sua quantidade. Vai levar muitos anos para que algumas das pesquisas alcancem os padrões ocidentais, mas os especialistas acreditam que a motivação chinesa, e sua determinação de não ser dependente de know-how estrangeiro, são capazes de recuperar o papel histórico do país como um líder global em tecnologia.

terça-feira, 22 de março de 2011

Japão manda robôs para monitorar a situação em Fukushima



O time que está controlando a situação na usina nuclear de Fukushima, no Japão, agora inclui um robô. Conhecido como Monirobot, é usado para situações em que os níveis de radiação são muito altos para humanos.

O robô tem 1,5 metro de altura, possui um braço articulado para coletar amostras, uma câmera 3D, detector de radiação e pode ser operado remotamente por uma distância de um quilômetro.

Ele pesa cerca de 600 quilos e tem uma velocidade limitada a 2,4 km por hora – foi desenvolvido pelo centro de Tecnologia de Segurança Nuclear depois do acidente nuclear em Tokaimura, em 1999, quando dois trabalhadores morreram.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Por que um reator nuclear nunca vai explodir?



Sim, o Japão ainda sofre problemas com os reatores nucleares de uma usina após o grave terremoto desse mês. O país continua lutando com falha do equipamento e a liberação maciça de radiação que poderia chegar a níveis de Chernobyl.

Porém, se isso serve de algum modo de consolo, pelo menos podemos tranquilizar os japoneses de que uma explosão nuclear é completamente impossível.

Antes de mais nada, vamos entender um pouco sobre reatores. Ambos reatores nucleares e armas nucleares dependem de reações em cadeia. Essas reações exigem a presença de materiais nucleares, que são todos isótopos atômicos que podem, quando submetidos a uma determinada reação nuclear, criar as matérias-primas necessárias para a mesma reação se repetir.

Há somente um isótopo natural físsil útil para a energia nuclear, o urânio-235. Todos os outros isótopos físseis, como isótopos de plutônio, têm de ser artificialmente criados a partir de isótopos naturais.

E como funciona essa reação em cadeia? Vamos considerar uma que envolve o urânio-235, que é a reação em cadeia usada em reatores nucleares e muitas armas nucleares. Um nêutron livre atinge uma baixa movimentação de isótopos de urânio-235 e é absorvido nela. A fissão de urânio se tornará dois isótopos mais ágeis e leves, normalmente criptônio-92 e bário-141, assim como radiação gama. O reator nuclear é, então, capaz de absorver essa energia, que é cerca de três milhões de vezes a energia que o carvão pode produzir em uma queima convencional.

Essencialmente, essa reação também cria outros nêutrons livres, que podem ser absorvidos por outros isótopos de urânio-235 e iniciar todo o processo novamente. Por este motivo, entre os isótopos de urânio natural, somente o urânio-235 é físsil, já que os outros não iniciam uma reação em cadeia.

Para evitar um acúmulo potencialmente perigoso de energia, os reatores nucleares possuem um grande número de dispositivos de segurança. Um dos métodos mais conhecidos é o uso de barras de controle, feitas de materiais como o boro, que absorvem nêutrons, mas não podem passar por reações nucleares.

No caso de um acúmulo de energia, essas barras são manipuladas para cair bem no coração do reator e absorver todos os nêutrons livres, encerrando a reação em cadeia. A má gestão destas barras foi um dos muitos fatores por trás do desastre de Chernobyl.

E sim, se todas as medidas de segurança não interromperem o acúmulo de calor – como aconteceu em Chernobyl, e como pode acontecer no Japão – há efeitos bastante desagradáveis. A ameaça mais famosa é a de uma fusão nuclear, que é quando o acúmulo de calor faz com que o núcleo inteiro do reator derreta, danificando as estruturas de proteção e liberando materiais altamente radioativos no meio ambiente.

A crise, obviamente, pode ter terríveis consequências. Mas e se o reator não derreter, e sim explodir? Poderia um reator nuclear explodir como as força desencadeadas nos bombardeios nucleares de Hiroshima e Nagasaki? Afinal, Chernobyl explodiu, não é?

Felizmente, a resposta para tudo isso é não. Uma explosão nuclear é impossível. A “explosão” destrutiva de Chernobyl foi apenas uma explosão de vapor, o que, não se engane, foi bom até demais, porque uma explosão nuclear da mesma magnitude poderia ter transformado o que foi uma catástrofe em um verdadeiro cataclismo.

E por que tal explosão é impossível? Para responder isso, temos de entender a diferença entre reatores nucleares e armas nucleares.

O urânio natural é completamente inútil para reatores nucleares, mais ainda a armas nucleares. Isto porque o urânio natural é composto de cerca de 99,3% do isótopo urânio-238 e apenas 0,7% de urânio-235, e apenas o último é capaz de sustentar uma reação nuclear em cadeia.

Para tornar o urânio utilizável a reações em cadeia, ele precisa ser enriquecido. Isto envolve separar cuidadosamente o urânio-235 do urânio-238.

Os reatores nucleares precisam de urânio pouco enriquecido, com uma concentração de até 20% de urânio-235. Normalmente, as centrais nucleares só precisam de uma concentração de 3 a 4%.

As armas nucleares, por outro lado, exigem urânio altamente enriquecido para o tipo de reação em cadeia criar uma explosão nuclear. O ponto de corte para o alto enriquecimento é de apenas 20%, mas a grande maioria das armas nucleares de urânio tem uma concentração de cerca de 80 a 95%. A bomba lançada sobre Hiroshima, por exemplo, usou 80% de urânio enriquecido.

Uma arma nuclear é projetada para liberar toda a sua energia em uma única explosão, o que significa que o material tem que ser tão densamente embalado quanto for possível, e em uma esfera tão homogênea quanto possível.

Isso não se parece em absolutamente nada com o projeto dos núcleos de reatores, que se destinam a produzir uma versão estável e controlada de energia. Até mesmo o tipo de acúmulo de energia necessária para produzir uma fusão não pode nunca atingir a velocidade e intensidade de energia necessária para uma explosão nuclear.

O arranjo geométrico do urânio-235 em um reator nuclear não é favorável ao acordo esférico necessário para uma reação em cadeia explosiva, e a quantidade de urânio-238 não-físsil também impede qualquer reação de fuga.

Porém, nada disto se destina a minimizar os perigos reais de acidentes em reatores nucleares. Como visto em Chernobyl, colapsos podem ter efeitos ambientais absolutamente devastadores. A cidade vizinha, Pripyat, permanece inabitável 25 anos após o acidente.

Ainda não podemos saber se a situação atual no Japão atingirá os níveis de Chernobyl, mas um fato é certo: mesmo em meio a desastres de proporções inimagináveis, o medo de uma explosão nuclear pode passar longe da cabeça dos japoneses.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

BrainDriver, como dirigir um carro usando apenas o cérebro



Será que no futuro nossos carros irão voar como no desenho dos Jetsons? Bem, se considerássemos os desenho clássico dos estúdios Hanna Barbera, nossos carros já teriam ganhado os céus há muito tempo, desde 2008, ano que Os Jetsons é ambientado. Mas tudo bem, pois apesar de ainda não temos “carros voadores populares”, já temos a possibilidade de dirigir um carro usando apenas o nosso cérebro!

O Professor Raul Rojas da Universidade Freie de Berlin e sua equipe de pesquisadores desenvolveram um sistema chamado BrainDriver, que usa um sensor da Emotiv, criado originalmente para jogos. Usando a eletroencefalografia (EEG), o sensor faz uma leitura das ondas cerebrais do motorista e cria uma interface entre o homem e o carro.

Depois de algumas rodadas de “treinamento mental”, o motorista aprende a movimentar objetos apenas com o pensamento. Cada ação corresponde a um padrão diferente de atividade cerebral, e associado ao software EEG é possível executar os padrões de comandos específicos, como virar à esquerda, virar à direita e acelerar, que são transferidos para o sistema drive-by-wire do veículo (no caso um Volkswagen Passat Variant 3).

O vídeo abaixo mostra um motorista controlar o motor, freios e direção do carro com o pensamento. Como diz a narração, “não tente fazer isso em casa”! A equipe do projeto AutoNOMOS já tinha feito testes com um carro controlado por um iPhone, por um iPad e por um sistema de reconhecimento ocular, mas nada é tão impressionante quanto o BrainDriver.




Só que não adianta se empolgar muito, pois o BrainDriver ainda apenas é um protótipo, e ainda não existe nenhuma previsão de quando ele poderia ser usado nas estradas, pois existe um intervalo entre os comandos e as ações que pode comprometer a segurança dos passageiros do carro.

O BrainDriver pode até demorar alguns anos para se tornar um produto viável, mas é incrível imaginar um futuro no qual nós iremos dirigir nossos carros usando apenas os nossos pensamentos!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Como deixar seu computador mais seguro



Para navegar sem problemas pela internet, hoje em dia, é necessário que nosso computador esteja praticamente blindado contra todas as ameaças que circulam no mundo virtual. Um vírus pode contaminar seus arquivos, corromper todo o sistema do seu computador ou até danificar centrífugas de enriquecimento de urânio do programa nuclear iraniano. O assunto é bem sério, mas não é motivo para desinstalar o MSN, encerrar a conta no Facebook, parar de receber notícias por RSS e nunca mais entrar na internet. Basta tomar algumas precauções. Aí vão algumas dicas:

Guarde muito bem as suas senhas (e de maneira prática)

Por segurança, a cada nova página em que nos inscrevemos, criamos um usuário e senha nova. Chega um momento que fica praticamente impossível guardar todas elas. Para facilitar a vida, há a opção de baixar e instalar o gerenciador de senhas gratuito LastPass, que também cria senhas complexas, muito difíceis de serem quebradas. Outra opção, segura, é o KeePass, que funciona como um “cofre” criptografado de senhas que se abre apenas com uma senha mestra.

Mas, se você não está afim de baixar, instalar e configurar programas, dá para ajustar opções para salvar senhas no seu navegador. O problema é que quando você formata a máquina, geralmente perde todas as senhas gravadas.

O Firefox pode salvar senhas, mas o faz de maneira pouco segura, pois qualquer um pode acessá-las. Para driblar esta falha é possível baixar uma atualização deste browser chamada Master Password. Este add-on pede uma senha mestra cada vez que alguém tente navegar uma página com senha salva por você.

Quem usa o Chrome pode salvar suas senhas também, pode até sincronizá-las por meio do Google Cloud e acessá-las em outros computadores com o mesmo navegador. Só não se esqueça de proteger o arquivo com uma frase de segurança.

Já o Internet Explorer não oferece muitas opções de segurança além daquela pergunta se você quer salvar determinada senha. Com este browser é melhor dar uma chance ao LastPass ou KeePass.

Habilite HTTPS e melhore a segurança onde quer que você esteja

Se você está navegando sem uma conexão criptografada, você está suscetível a, no mínimo, uma brincadeira dos seus amigos, pois suas senhas podem ser interceptadas; e na pior das hipóteses, uma brecha na segurança dos seus perfis em redes sociais, conta de email e tantas outras contas, que podem levar a prejuízos.

A maioria dos sites que você usa agora oferece a opção de navegação criptografada chamada “HTTPS” ou “SSL”. Se a página não tem esta opção e está guardando informações pessoais, reflita se você realmente quer utilizar aquele servidor.

Listamos servidores onde você definitivamente deveria capacitar a opção HTTPS de segurança:

* Gmail: conexões seguras são geralmente um padrão no Gmail, mas certifique-se: clique em configurações, procure “conexões do browser” e tenha certeza que a opção “sempre usar https” está selecionada.
* Facebook: esta é uma opção recente para a rede e não é padrão. Para poder utilizar, clique em “Conta”, depois em “Configurações da Conta” e, por último, em “Segurança da Conta”, clique no botão para mudar e escolha a opção “Abra o Facebook em uma conexão segura (http) sempre que possível”. Agora é só salvar.
* Yahoo: o Yahoo tem diferentes e boas opções para personalizar a segurança. Quando já estiver em sua página, clique em seu nome e selecione “Informações sobre a conta”. Você terá que digitar sua senha mais uma vez e, então, poderá configurar senhas, criar código de verificação, oferecer e-mail alternativo para recuperar informações da conta e muitos outros serviços grátis e fáceis de usar.
* Hotmail: Fácil. Quando você digitar o endereço do Hotmail só adicionar o “S” depois de HTTPS na barra de endereços. Provavelmente, aparecerá uma tela perguntando se você quer que esta opção seja utilizada sempre. Recomenda-se que você diga SIM.

Dificulte que outros se passem por você

Nem todos os sites oferecem conexões criptografadas ou opções de segurança extra, mas a maioria oferece algum tipo de esquema para recuperação de senha. Em muitos casos elas são uma simples confirmação de email ou a resposta a uma pergunta que pode ser descoberta facilmente em seus perfis de redes sociais.
Para se safar, crie questões próprias com respostas falsas ou engraçadas. Seja criativo, pense no seu professor preferido, seu primeiro animal de estimação ou algum parente. Se não puder criar uma pergunta de segurança, responda exatamente o oposto daquilo que foi perguntado.

Finja que você sempre está navegando em um computador público

Quando você está numa lan-house ou utilizando uma rede sem fio compartilhada em lugar público, sempre faz questão de tomar mais cuidado, certo? Pois faça a mesma coisa em casa! Desabilite compartilhamentos, habilite seu firewall e, principalmente, siga as dicas deste texto.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Videogame é instalado em pontos de ônibus de São Franciso, nos EUA



O que você faz enquanto espera seu ônibus? Ouve música? Joga alguma coisa no celular? Lê jornal? Pois em São Francisco, nos EUA, as pessoas estão jogando videogames, instalados no próprio ponto de ônibus, contra outras pessoas que ficam em outros pontos.

Isso mesmo, você pode jogar contra outro passageiro no outro canto da cidade enquanto espera sua condução.

A Yahoo instalou telas touchscreen gigantes nos pontos de ônibus e disponibilizou nelas vários jogos, como um quizz sobre esportes ou jogos de estratégia e quebra-cabeças. E o maior incentivo para você jogar é que o score da sua vizinhança inteira é somado e comparado com o de outras regiões. Depois você pode comemorar com seus vizinhos se seu bairro teve a maior pontuação da cidade.

Lógico que os games estão povoados de propagandas, mas isso não estraga a diversão de ninguém, certo?

Depois dos banheiros com videogame no Japão e dos pontos de ônibus em São Francisco, resta especular onde mais os games poderão aparecer.

Empresa afirma que pode “fazer chover” onde e quando quiser



A empresa Meteo Systems, que tem sede em Abu Dhabi afirma que, quando a umidade do ar é superior a 30%, você pode usar um ionizador (inspirado em uma invenção de Nicola Tesla) para enviar partículas eletricamente carregadas para o ar, que atraem poeira que, por sua vez, atraem partículas e água e voilá: faz-se a chuva.

A Meteo Systems ainda não deu nenhuma explicação mais detalhada de sua nova tecnologia, mas afirma que 52 tempestades que aconteceram em Abu Dhabi no ano passado, entre Julho e Agosto, foram resultantes de sua máquina da chuva.

Grande parte de céticos já se pronunciou, dizendo que a temporada mais chuvosa em Abu Dhabi coincidiu com a data das tempestades divulgadas pela Meteo, e meteorologistas dizem que o feito é impossível.

E você, leitor? Acha que é possível que consigamos “fazer chover” algum dia e que o “sertão vire mar”? Deixe sua opinião nos comentários.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O mais novo gênio de computação do mundo é uma menina indiana



M. Lavinashree é a mais nova pessoa a tornar-se uma Red Hat Certified Engineer e passar no teste da Microsoft – ela conseguiu o recorde quando tinha apenas oito anos. A menina nasceu em uma região rural da Índia e seus pais já notaram que ela tinha uma mente privilegiada enquanto ela ainda era um bebê.

Com um ano, ela já havia decorado o alfabeto inteiro e, depois, passou a decorar números, a história de personalidades indianas, nomes de frutas e muito mais. Sua memória fotográfica permitiu que ela decorasse o Thirukural, um poema complexo de mais de dois mil anos de idade. Logo ela entrou para o Livro de Recordes Limca, a versão indiana do Guiness.

Mas isso foi apenas o começo. Com o incentivo de seus pais, ela desenvolveu novos interesses, e, com oito anos de idade, ela estudava computação e tirou 842 no teste da Microsoft (o score máximo é 1000). O teste avalia a capacidade da pessoa de instalar, administrar e configurar várias funções de um Windows XP.

O antigo recorde desse teste era o de uma menina paquistanesa de 10 anos, mas Lavinashree a desbancou por causa de sua idade.

Nova forma de armazenamento de dados pode gerar computadores ecológicos



Uma nova forma de armazenamento de dados, criada por cientistas americanos, pode levar a computadores mais rápidos e “verdes”.

Segundo os cientistas, da North Carolina State University, a nova memória combinaria as vantagens dos dois mais populares tipos de armazenamento atual.

Atualmente usa-se o armazenamento volátil e o não-volátil. O tipo de memória usada depende se os dados precisam ser acessados rapidamente ou armazenados permanentemente.

Entre as tecnologias voláteis estão a famosa memória RAM (ou sua variação mais nova, a DRAM), que armazenam dados de uma maneira que podem ser acessados rapidamente, mas os dados são perdidos quando o programa usado é desligado – quando a energia é cortada. O armazenamento não-volátil é o usado em flash drives de memory cards, pen drives e mp3, que podem reter informação mesmo sem usar energia.

No entanto o novo invento combina a velocidade da DRAM com um modo mais persistente de armazenamento. Acredita-se que isso pode gerar servidores que possam ser desligados quando não estão em uso, levando a um uso mais sustentável dos computadores.

Robôs ajudam pessoas com paralisia a ter resposta sensorial



Existem dispositivos que permitem que usuários controlem eletrônicos com suas mentes. Essas interfaces ajudam indivíduos paralisados a realizar tarefas cotidianas, como enviar e-mails e jogar videogames. O problema com esses dispositivos é que eles não têm a sensação de movimento que normalmente vem junto com essas atividades.

Agora, um novo estudo usa robôs para adicionar uma entrada sensorial nessas interfaces. Os pesquisadores mostraram que isso permitiu que macacos movessem um cursor em uma tela com mais rapidez e precisão.

Segundo os pesquisadores, muitos pacientes que são portadores de deficiência motora têm uma resposta sensorial parcial. Assim, adicionar robôs poderia fornecer esse tipo de sensação.

Para se beneficiar desta solução, o paciente paralisado deve ter ainda alguma informação sensorial nos membros, apesar da perda da função motora. Essa é uma ocorrência comum, especialmente em pacientes com esclerose lateral amiotrófica ou lesão medular incompleta.

Para testar a teoria, os pesquisadores equiparam dois macacos com “mangas de camiseta robóticas” que se ajustam ao longo dos braços dos animais. Os macacos realizaram a tarefa de mover um cursor em uma tela, primeiro simplesmente usando seus olhos e, em seguida, usando o movimento que o braço robótico acrescentou. O braço-robô que pode ser vestido foi usado para que o paciente “sinta” a posição e o movimento do cursor com o braço.

Os pesquisadores mediram o tempo que os macacos levaram para alcançar seu destino com o cursor e a retidão do caminho percorrido pelo cursor em ambos os casos. O resultado: com o braço robótico, os macacos foram 40% mais rápidos e o caminho cursor foi 40% mais reto.

Os cientistas têm esperanças de que os robôs sejam usados pelos que sofrem de paralisia. Os sinais do cérebro poderiam ser utilizados para mover o robô, assim o paciente pode interagir com o mundo exterior e, ao mesmo tempo, ter uma resposta sinestésica.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Inventor amador cria carro que usa energia solar



E quem disse que grandes inovações são feitas apenas por grandes empresas? O carro de Chen Shungui, um inventor chinês amador, pode não ser uma obra prima do design, mas realmente funciona à base de luz solar.

Ele passou oito anos construindo dois carros, esperando montar veículos que não despejassem CO2 na atmosfera. O primeiro foi concluído em 2008 e, apesar de precisar de um bom polimento, consegue chegar a 45 km/h usando apenas energia solar. Boa parte da cobertura do carro é completamente coberta com painéis solares mas, como ele não tem bateria ou outra fonte de energia, pode ser usado apenas em dias ensolarados.

O segundo carro é uma versão “melhorada” do primeiro, que pode ser usado em percursos maiores e em dias nublados. Como tem uma bateria solar, ele pode fazer uma viagem de 150 km com sua “reserva” e pode chegar a uma velocidade máxima de 60 km/h.

Os dois carros solares custaram a Chen 74,936 dólares.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tendência automobilística: carros com direção automática



Não é surpresa para ninguém que os carros do futuro provavelmente se dirigirão sozinhos. De certa forma, a indústria automobilística já avançou muito nesse ponto, e os carros estão cada vez mais automáticos.

Um novo carro da Mercedes, que custa cerca de R$ 167.000, é um dos que pretende dar aos nossos pés um descanso durante engarrafamentos. Ele detecta o quão longe estão os outros carros e, em seguida, acelera e desacelera em conformidade. Não há necessidade de fazer nada, sem mesmo pisar no freio. Apenas conduzir o volante.

Em outubro, o Google anunciou que havia desenvolvido uma frota de carros que usa vários sensores e mapas para “sentir” a pista (foto). Durante os testes, os carros se auto-dirigiram por mais de 225.000 quilômetros.

A edição mais recente dessa tendência vem da General Motors, que apresentou o EN-V (abreviação para “Electric Network Vehicle”, ou veículo elétrico de rede). O carro parece um “casulo”. Rola sobre duas rodas, alinhadas como as rodas fronteiras de um carro, não como uma bicicleta. Por enquanto, ele está no estágio de protótipo. A GM diz que eles poderiam estar no mercado em 2030, a um custo de cerca de R$ 16.000.

O EN-V mede cerca de 2 metros cúbicos. Duas pessoas cabem confortavelmente, mas não há muito espaço para mais nada. Provavelmente, cabem 5 ou 6 vezes mais EN-Vs em um estacionamento do que automóveis convencionais.

O carro combina duas ideias sobre condução automática: sensores como câmeras e sonares para impedir o carro de bater ou atropelar pedestres, e tecnologia de rede que permite que os carros se comuniquem. Esta “internet” permite que carros se conectem sem fios e sigam um ao outro como vagões de um trem. Se um EN-V tiver que sair da linha, ele pode.

Ele funciona com bateria e se conecta a uma parede, com uma velocidade máxima de cerca de 49 quilômetros por hora e um alcance de cerca de 50 quilômetros. Não é muito, mas é o suficiente para ser útil em reduzir o congestionamento nos centros urbanos, em especial cidades de alta densidade na China e na Índia. O carro também tem como objetivo melhorar a segurança no trânsito – já que os humanos provavelmente não conseguirão isso sozinhos.

Mesmo que os carros possam se comunicar uns com os outros e se dirigem sozinhos, os motoristas podem tomar o controle, se desejarem. Isso é importante, tanto por razões de segurança quanto para os motoristas poderem obter alguma sensação de prazer do veículo. Um “joystick” faz às vezes de volante do veículo, orientando e acelerando o carro.

Ainda assim, os desenvolvedores afirmam que há uma série de obstáculos que precisam ser superados antes algo parecido com o EN-V chegar ao mercado. Os sinais sem fio que permitem a comunicação dos veículos são problemáticos, pois hackers, em teoria, poderiam acessá-los e enviar os carros fora da pista. A perda de conexão sem fio também pode fazer com que o sistema automatizado perca o controle do carro.

Mesmo com os obstáculos, o futuro desse conceito é praticamente garantido. A tendência da tecnologia automática é transformar a nossa forma de dirigir carros.

Descoberta de molécula pode tornar transplantes de medula óssea mais seguros e eficientes



Pesquisadores americanos podem ter encontrado a chave para um transplante de medula óssea mais seguro e eficiente. Eles descobriram uma molécula capaz de criar células-tronco sanguíneas em seu nicho na medula óssea.

Transplantes de medula óssea usam células-tronco hematopoéticas para o tratamento de doenças relacionadas ao sangue, como leucemia e linfoma. Essas células-tronco hematopoéticas são encontradas na medula óssea e produzem uma variedade de células sanguíneas maduras.

Agora, os pesquisadores descobriram uma molécula chamada Robo4, que “ancora” as células-tronco hematopoéticas na medula óssea. Ela só é encontrada em células-tronco hematopoéticas e nas células endoteliais dos vasos sanguíneos. A Robo4 age como um adesivo, anexando células-tronco em seu nicho adequado dentro da medula óssea.

Segundo os pesquisadores, uma descoberta como essa poderia levar a uma melhor compreensão do nicho particular em que Robo4 reside enquanto se liga as células-tronco na medula óssea.

O cultivo de células-tronco hematopoéticas em laboratório, como a maioria das outras células-tronco, é extremamente difícil, porque elas só funcionam do jeito que são supostas no ambiente real da medula óssea.

Agora, a nova pesquisa pode ajudar os cientistas a recriarem esse ambiente em laboratório. Além disso, a descoberta poderá conduzir ao desenvolvimento de melhores medicamentos para os pacientes que preferem uma alternativa aos transplantes de medula óssea convencionais.

Por exemplo, uma alternativa comum é injetar drogas nos pacientes que levam as células-tronco hematopoéticas da medula óssea para o sangue, onde elas podem ser capturadas e colhidas. Esta técnica requer várias injeções da droga, mas através da descoberta de Robo4, os pesquisadores podem ser capazes de criar uma droga especializada.

Essa nova droga retiraria a Robo4 de células-tronco permitindo que as células-tronco hematopoéticas fluíssem facilmente da medula óssea para a corrente sanguínea.

Alcançar esse objetivo é o próximo passo da pesquisa. Os cientistas já estão na segunda fase desse projeto.

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